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Centros de Formação Profissional – uma mais-valia para a qualificação – CICCOPN

Notícia Público

A formação profissional é cada vez mais fundamental para a obtenção de competências que facilitem a (re)integração no mercado de trabalho. Graças aos recursos humanos e materiais de que dispõem, os Centros de Formação Profissional são o local certo para este tipo de formação.

Esta mais-valia, contudo, poderá estar em risco pela concentração deste tipo de cursos nas escolas, que não estão diretamente vocacionadas para eles.

Num artigo disponibilizado no jornal Público de 28 de junho, Manuel Reis Campos, presidente da Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN), expõe o seu ponto de vista sobre esta questão central para a qualificação dos portugueses.

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Videos: Métodos de controlo de plantas invasoras

Já estão disponíveis todos os videos realizados até ao momento para o Invasoras.pt de demonstração de métodos de controlo de plantas invasoras. Os vídeos estão inseridos nas respectivas fichas na página dedicada aos métodos de controlo. O de Enrolamento pode ser  visto na ficha de Tradescantia fluminensis, uma das espécies em que este método pode ser aplicado.

Os métodos demonstrados são:

– Arranque
– Arranque – Enrolamento (ver aba de Controlo)
– Corte
– Corte com Motosserra + aplicação de herbicida
– Corte com Serrote + aplicação de herbicida
– Injecção de herbicida (por furos)
– Injecção de herbicida (por golpes)
– Descasque
Os vídeos estão também disponíveis numa lista de  reprodução do YouTube.

O objectivo destes trabalhos é demonstrar como se aplicam estes diferentes métodos, estando a sua aplicação explicada de forma pormenorizada nas fichas correspondentes.

A aplicação destes métodos assim como a utilização dos diferentes equipamentos, ferramentas e produtos deve ser feita de forma segura e responsável, para protecção dos operadores e da área intervencionada, e para promover o maior sucesso da intervenção.

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Precisamos de ajuda para mapear as acácias em flôr!

Há por aí cidadãos-cientistas?

 

 

 

 

 

 

 

Submeter um avistamento é fácil. É apenas necessário uma fotografia e alguma informação sobre o local onde está a invasora, submeter o registo e esperar que apareça no mapa depois de validado pela nossa equipa. Podem ver um pequeno vídeo e consultar as FAQ para esclarecer possíveis dúvidas.

Nesta altura do ano, pedimos ajuda para mapear as acácias. Em Portugal, há várias espécies invasoras: a mais conhecida e dispersa é provavelmente a mimosa, mas junto à costa encontram-se principalmente acácia-de-espigas e acácia; a austrália é também muito frequente, mais na zona norte do território continental; outras espécies menos frequentes, mas já bastante dispersas, são a acácia-virilda, a acácia-negra e uma outra acácia que faz lembrar um eucalipto; além destas, há ainda Acacia cyclops e o espinheiro-karro que aparecem mais esporadicamente, apesar de também dispersarem para longe das plantas introduzidas.

As diferentes acácias nem sempre são fáceis de distinguir para um olhar pouco treinado, pelo que além das fotografias disponíveis nos links acima podem usar esta pequena chave de identificação ou o Guia Prático para a Identificação de Plantas Invasoras em PortugalDe forma a ajudar-nos na validação dos avistamentos, por favor, tirem fotografias onde seja possível ver detalhes da espécie, por exemplo, nas acácias com filódios tirem fotografias onde se veja bem a base do filódio; também ajuda se na fotografia for possível ver o tamanho das flores relativamente às folhas.

Submeter um avistamento é fácil. É apenas necessário uma fotografia e alguma informação sobre o local onde está a invasora, submeter o registo e esperar que apareça no mapa depois de validado pela nossa equipa. Podem ver um pequeno vídeo e consultar as FAQ para esclarecer possíveis dúvidas.

Nesta altura do ano, pedimos ajuda para mapear as acácias. Em Portugal, há várias espécies invasoras: a mais conhecida e dispersa é provavelmente a mimosa, mas junto à costa encontram-se principalmente acácia-de-espigas e acácia; a austrália é também muito frequente, mais na zona norte do território continental; outras espécies menos frequentes, mas já bastante dispersas, são a acácia-virilda, a acácia-negra e uma outra acácia que faz lembrar um eucalipto; além destas, há ainda Acacia cyclops e o espinheiro-karro que aparecem mais esporadicamente, apesar de também dispersarem para longe das plantas introduzidas.

As diferentes acácias nem sempre são fáceis de distinguir para um olhar pouco treinado, pelo que além das fotografias disponíveis nos links acima podem usar esta pequena chave de identificação ou o Guia Prático para a Identificação de Plantas Invasoras em PortugalDe forma a ajudar-nos na validação dos avistamentos, por favor, tirem fotografias onde seja possível ver detalhes da espécie, por exemplo, nas acácias com filódios tirem fotografias onde se veja bem a base do filódio; também ajuda se na fotografia for possível ver o tamanho das flores relativamente às folhas.imagens de acácias

Post Testes 2

Descobrimos a primeira tarefa que não nos agrada nada executar, a semana passada ocorreu na nossa horta a primeira limpeza de ervas daninhas na nossa história.

É um trabalho custoso, é demorado, que exige concentração (para não acertar nas couves nem nas alfaces), é cansativo e dá dores nas costas, e acima de tudo desanima pensar que em menos de tempo nenhum elas (as ervas daninhas) vão voltar.

No entanto é compensador olhar para trás e ver as filas limpas, e só se ver as culturas que estão plantadas.

Post Testes 1

Após cerca de três meses de ausência da horta, escusado será de dizer que as ervas cresceram à vontade, estão grandes e por todo o lado, parece uma selva em miniatura.

É uma visão que nos deixa um pouco desanimados, quando comparamos com as imagens da nossa horta de verão, tão organizada e produtiva.

Recolher sementes

TREMOÇOS

desbulha do tremoço
desbulha do tremoço

E desta maneira terminou a nossa época do tremoço, com uma sessão prolongada de descascar vagens, tarefa que requer alguma paciência.

A principal função deste tremoço foi melhorar o solo, enquanto estava em desenvolvimento serviu para fixar azoto atmosférico no solo, e depois de enterrado serviu para aumentar a matéria orgânica disponível para outras culturas. Nunca foi nossa intenção aproveitar o grão, mas uma vez que não foi todo enterrado na altura devida, deixámos as vagens secar e colhemos o tremoço que deu.

Colhemos cerca de cinco quilos, vamos aproveitar para guardar semente e este ano voltar a semear, e uma pequena parte vamos preparar para termos tremoços, vamos lá ver se saem bem.